quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Atleta cachoeirano participa de Campeonato Mundial de Jiu-Jítsu em São Paulo com apoio da prefeitura



Edvan Santos Guedes, 34, mais conhecido como Vanzinho, participa entre os dias 14 e 17 do Campeonato Mundial de Jiu-jítsu, no Ginásio Ibirapuera em São Paulo. O atleta cachoeirano foi o primeiro contemplado com o programa “Bolsa Atleta” da Secretaria de Esportes do Município. De acordo com o secretário, Alex Kaorner, o programa tem como objetivo custear passagens, inscrições, alimentação ou hospedagem de atletas de várias modalidades do esporte amador de Cachoeira.
Vanzinho é o atual campeão baiano de Jiu-jítsu na categoria meio pesado e acumula 10 medalhas na competição. No Brasileiro foi medalhista de bronze. O atleta sabe que enfrentará concorrentes fortes no Campeonato Mundial, mas afirma estar convicto e com muita vontade de ganhar. “Eu sei que todos os atletas estão lutando, mas eu vou com a mesma vontade. Quero trazer uma medalha aqui para Cachoeira”, afirma o lutador.
Como contrapartida ao apoio que vem recebendo da Prefeitura Municipal de Cachoeira, através da Secretaria de Esporte, o atleta oferece aulas de Jiu-jítsu gratuitamente para crianças a partir de 7 anos no Centro de Promoção à Saúde Edgar Teixeira Rocha, espaço cedido pela Prefeitura, localizado no Jardim Grande, próximo à quadra Municipal. Para participar, basta ir ao local onde acontecem as aulas e fazer a inscrição. (Foto: O atleta Vanzinho ao lado do prefeito Carlos Pereira).

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Conselho Estadual de Juventude lança campanha pela aprovação do PL 20.886



 Os integrantes do Conselho Estadual de Juventude (Cejuve) lançam, nesta terça-feira (12), Dia Internacional da Juventude, uma campanha pela aprovação do Projeto de Lei 20.886/2014, que cria este órgão consultivo, atualmente regulamentado por decreto. A mudança possibilitará que o Cejuve tenha maior estabilidade no cumprimento das suas competências enquanto política de Estado, segundo mensagem enviada pelo governo baiano à Assembleia Legislativa.
 
A articulação para aprovação da matéria será feita mediante encontros com deputados e publicações nas redes sociais da campanha, a fim de mobilizar a juventude e sensibilizar os parlamentares. Qualquer pessoa pode manifestar seu apoio à causa, seja ao compartilhar os conteúdos disponíveis em facebook.com/cejuvebahia e twitter.com/cejuvebahia ou divulgar fotos e textos relacionados com as hashtags #Cejuve, #PL20886 e #porumcejuvepermanente.
 
Sobre o Conselho
 
Principal espaço de diálogo do governo baiano com os jovens, o Cejuve foi criado em 2008 a partir de demanda da 1ª Conferência Estadual de Juventude. Entre suas atribuições, estão o acompanhamento e avaliação da Política Estadual de Juventude e a apresentação de propostas de políticas públicas e outras iniciativas que busquem assegurar e ampliar os direitos dos jovens. Vinculado à Secretaria de Relações Institucionais (Serin), o Conselho é composto por 40 representantes da sociedade civil organizada e 20 do poder público, entre titulares e suplentes.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          
 

sábado, 9 de agosto de 2014

Conselho de Comunicação aprova exigência do diploma de jornalista







"Até que enfim, vencemos a batalha. Hoje, precisamos conhecer - e dominar - as múltiplas ferramentas da Comunicação. E quem deve ensinar é a Universidade. O que nunca impediu que o engenheiro fale da Engenharia, o padre ou pastor falem da fé ou qualquer um fale do que é versado. Mas fazer a Comunicação fica conosco, que fomos preparados para atuar no ofício, com ética e conhecimento. "




 Conselho de Comunicação aprova exigência do diploma de jornalista

O Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS) aprovou, nesta quarta-feira (6), parecer favorável apresentado pelo conselheiro Celso Augusto Schröder às Propostas de Emenda à Constituição 33/2009 e 386/2009, que determinam a exigência de diploma para exercício da profissão de jornalista.
Item mais polêmico da pauta, o parecer recebeu seis votos favoráveis e quatro contrários. O assunto já havia sido debatido na Comissão Temática da Liberdade de Expressão do Conselho de Comunicação Social, que se manifestou contra a obrigatoriedade do diploma, baseando-se em argumentação apresentada pelos conselheiros Alexandre Jobim e Ronaldo Lemos.
O exercício profissional do jornalismo é regulamentado pelo Decreto-Lei 972/69, por sua vez regulamentado pelo Decreto 83.284/79. A regulamentação da profissão previa a formação de nível superior específica em Jornalismo como requisito para o exercício profissional, mas foi modificada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou a exigência inconstitucional.
Segundo Schröder, que preside a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), enquanto foi norma no Brasil, a exigência da formação nunca impediu o direito à opinião e à livre manifestação do pensamento, nem a colaboração, especializada ou não, nos meios de comunicação social.
- Vale ressaltar, ainda, que os parlamentares estão exercendo a função para a qual foram eleitos: legislar, inclusive modificando a Constituição Federal, naquilo que for necessário para o ordenamento constitucional e infraconstitucional, com vistas ao aperfeiçoamento da democracia brasileira – afirma.
Favorável à exigência do diploma, o vice-presidente do conselho, Fernando César Mesquita, atua no jornalismo desde os 15 anos de idade, antes mesmo da regulamentação da profissão. Ele argumentou que a formação é um instrumento importante, inclusive para ampliar os horizontes do profissional.
- Até porque as novas mídias precisam de muita atenção e cuidado – ponderou.
As Propostas de Emenda à Constituição 33 e 386/2009 ainda aguardam aprovação na Câmara dos Deputados.

Agência Senado

Dia de ação para a saúde do homem foi sucesso em São Félix



O evento realizado pela secretaria de Saúde do município, nesta manhã, segundo a avaliação da secretária de Saúde Maristella Antunes, superou as expectativas da organização. “A resposta dos homens à convocação da Secretaria de Saúde, foi muito positiva. O comparecimento do nosso público alvo ultrapassou as nossas expectativa”, disse a secretária. O prefeito Duda Macedo que compareceu ao lado da primeira dama Fabiana Macedo , também fez uma avaliação positiva da iniciativa. “São ações como esta que contribuem para acabar com o preconceito masculino em cuidar melhor da saúde”. O prefeito disse ainda, que os objetivos da ação foram atingidos. “Os homens participaram das ações e usufruíram dos serviços disponíveis e, com certeza entenderam que é de grande importância cuidar da saúde com ações preventivas”, enfatizou o prefeito.

Enquanto aguardava na fila, o momento de realizar testes rápidos de detecção de Hepatite B e C, o engenheiro civil aposentado Edmundo Fontes,61 anos, morador de São Félix, contou que apesar de possuir um plano de saúde privado, decidiu participar da iniciativa da secretaria de Saúde para estimular a participação de outros homens da comunidade. “ Estou qui para contribuir e fortalecer uma iniciativa tão importante”, afirmou. O aposentado Antônio Mecenas Reis,73 anos, morador da Rua Dr.José Góes, região central da cidade, aproveitou o evento para tomar vacina contra febre amarela, aferir a pressão arterial e medir o nível de glicemia. “Graças a Deus está tudo ótimo com minha saúde”, falou com entusiasmo. O aposentado também revelou que é daqueles que não costuma ir com regularidade ao médico. “Estou aqui estimulado pela ação da prefeitura e estou satisfeito”, disse.

O projeto Agosto Azul - O Homem com Mais Saúde foi aberto por um coral de crianças da Escola Municipal Dr. Arlindo Rodrigues, que cantaram o Hino de São Félix. Em seguida foi a vez da Filarmônica União Sanfelista se apresentar para o público. A parte cultural do evento contou ainda com a presença da fanfarra do Colégio Estadual Rômulo Galvão e encerrada com uma animada apresentação do samba de roda dos alunos da Escola Municipal Dr. Arlindo Rodrigues. Foram oferecidos diversos serviços gratuitos direcionados para a atenção à saúde do homem.

Os homens que compareceram hoje pela manhã à Rua Dannemann, onde foi instalada a infraestrutura do evento, pode realizar testes rápidos para a detecção da da Hepatite B e C, HIV, identificação do grupo sanguíneo, aferição de pressão arterial e glicemia, entre outros serviços disponíveis pela Secretaria de Saúde do município. No estande do bem estar , os homens puderam relaxar com massagem corporal; na sala do bate papo trocaram experiência sobre o que sabem sobre doenças a exemplo do câncer da próstata e do câncer da boca. Ao final do evento foi sorteada uma bicicleta entre os homens que participaram de todas as atividades do projeto.



quarta-feira, 6 de agosto de 2014

RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA


O QUE É UMA RÁDIO COMUNITÁRIA?

O Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Trata-se de radiodifusão sonora, em frequência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora. Podem explorar esse serviço somente associações e fundações comunitárias sem fins lucrativos, com sede na localizada da prestação do serviço. As estações de rádio comunitárias devem ter uma programação pluralista, sem qualquer tipo de censura, e devem ser abertas à expressão de todos os habitantes da região atendida.

COMO SE HABILITAR PARA A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA?

Para o primeiro passo necessário à habilitação de emissoras de radiodifusão comunitária, as entidades competentes para pleitear tal Serviço, associações comunitárias e fundações também com essa finalidade, ambas sem fins lucrativos, deverão fazer constar em seus respectivos estatutos o objetivo "executar o Serviço de Radiodifusão Comunitária". Depois dessa providência, deverão as interessadas retirar da página na Internet do Ministério das Comunicações o "formulário de demonstração de interessa em instalar rádio comunitária" no seguinte endereço:

http://www.mc.gov.br/rc/formularios/rc_anexo01_requerimento.pdf. Esse formulário deve ser preenchido e enviado para o seguinte endereço, por via postal, em carta registrada:

Ministério das Comunicações
Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica
Departamento de Outorga de Serviços
Esplanada dos Ministérios, Bloco R, Anexo, Sala 300 - Ala Oeste
CEP: 70044-900
Brasília - DF

Após a efetivação do cadastro da interessada junto ao Ministério das Comunicações, a partir do recebimento do "formulário de demonstração de interesse em instalar rádio comunitária", será enviado um comunicado à requerente, com o intuito de informá-la acerca do número do seu respectivo processo. A partir daí, a interessada deverá aguardar a publicação no Diário Oficial da União dos "Avisos de Habilitação", nos quais haverá uma lista de municípios habilitados à prestação do Serviço de Radiodifusão Comunitária. Caso o Município da interessada esteja na lista, ela deverá apresentar ao seu processo os seguintes documentos, dentro do prazo estabelecido:

- estatuto da entidade, devidamente registrado;
- ata da constituição da entidade e eleição dos dirigentes, devidamente registrada;
- prova de que seus diretores são brasileiros natos ou naturalizados há mais de 10 anos;
- comprovação da maioridade dos diretores;
- declaração assinada de cada diretor, comprometendo-se ao fiel cumprimento das normas estabelecidas para o Serviço;
- manifestação em apoio à iniciativa, formulada por entidades associativas e comunitárias, legalmente constituídas e sediadas na área pretendida para a prestação do Serviço, e firmada por pessoas naturais ou jurídicas que tenham residência, domicílio ou sede nessa área.

Após recebidos os documentos de todas as entidades candidatas a prestarem o Serviço de Radiodifusão Comunitária na localidade, o Ministério das Comunicações irá iniciar a análise dos processos.

COMO SÃO ESCOLHIDAS AS ENTIDADES VENCEDORAS?

Os profissionais da Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica (SSCE) conferem se houve o cumprimento das exigências legais por parte das entidades interessadas em prestar o Serviço de Radiodifusão Comunitária. Caso exista apenas uma entidade com processo regular, o Ministério comunica ao requerente para que este encaminhe o projeto técnico da estação. Já para as localidades com mais de uma interessada em situação regular, caso não exista a possibilidade técnica de coexistência dessas emissoras, a SSCE propõe a associação entre as interessadas. Se não houver acordo, utiliza-se o critério da representatividade, que consiste na escolha da requerente que tiver mais manifestações de apoio da comunidade. Caso haja empate no caso da utilização desse último critério, o Ministério realizará um sorteio para escolher a entidade vencedora.

MINHA RÁDIO FOI AUTORIZADA A FUNCIONAR. JÁ POSSO COLOCÁ-LA NO AR? Ainda não. Somente após a análise do Congresso Nacional e a publicação de um Decreto Legislativo, as rádios comunitárias recebem uma licença definitiva de funcionamento. Contudo, desde a publicação da Medida Provisória 2.143, o Ministério das Comunicações pode emitir uma licença provisória para funcionamento das rádios comunitárias se o Congresso não avaliar o respectivo processo dentro do prazo de 90 dias contado a partir da data do recebimento dos autos. Transcorrido esse prazo, a entidade deverá requerer ao MC a emissão da licença provisória. Antes, porém, será formalizado um Termo de Operação entre a entidade e o ministério.

COMO DEVE SER A PROGRAMAÇÃO DE UMA RÁDIO COMUNITÁRIA?

A programação diária de uma rádio comunitária deve conter informação, lazer, manifestações culturais, artísticas, folclóricas e tudo aquilo que possa contribuir para o desenvolvimento da comunidade, sem discriminação de raça, religião, sexo, convicções político-partidárias e condições sociais. A programação deve respeitar sempre os valores éticos e sociais da pessoa e da família, prestar serviços de utilidade pública e contribuir para o aperfeiçoamento profissional nas áreas de atuação dos jornalistas e radialistas. Além disso, qualquer cidadão da comunidade beneficiada terá o direito de emitir opiniões sobre quaisquer assuntos abordados na programação da emissora, bem como manifestar idéias, propostas, sugestões, reclamações ou reivindicações.

COMO DEVE SER A PUBLICIDADE NAS RÁDIOS COMUNITÁRIAS?

As prestadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária podem transmitir patrocínio sob a forma de apoio cultural, desde que restritos aos estabelecimentos situados na área da comunidade atendida. Entende-se por apoio cultural o pagamento dos custos relativos à transmissão da programação ou de um programa específico, sendo permitida, por parte da emissora que recebe o apoio, apenas veicular mensagens institucionais da entidade apoiadora, sem qualquer menção aos seus produtos ou serviços.

O QUE NÃO PODE SER TRANSMITIDO POR UMA RÁDIO COMUNITÁRIA?

É proibido a uma rádio comunitária utilizar a programação de qualquer outra emissora simultaneamente, a não ser quando houver expressa determinação do Governo Federal. Não poderá ela, também, em hipótese alguma: veicular qualquer tipo de defesa de doutrinas, idéias ou sistemas sectários; e inserir propaganda comercial, a não ser sob a forma de apoio cultural, de estabelecimentos localizados na sua área de cobertura.

EM QUE FREQUÊNCIA FUNCIONAM AS RÁDIOS COMUNITÁRIAS?

A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) definirá uma freqüência para ser utilizada pelas emissoras prestadoras do Serviço de Radiodifusão Comunitária em todo o País. Em caso de impossibilidade técnica quanto ao uso desse canal em determinada região, a ANATEL designará um canal alternativo, que pode variar de 88 a 108 Mhz, em FM. Antes de adquirir os equipamentos para as suas respectivas rádios Comunitárias, as interessadas deverão observar antes, no Plano Básico de Distribuição de Canais, qual a freqüência indicada para os seus Municípios.

POR QUANTO TEMPO VALE A AUTORIZAÇÃO PARA A EXPLORAÇÃO DE RÁDIOS COMUNITÁRIAS?

A Lei 9.612 previa que a cada autorização para a execução do Serviço de Radiodifusão Comunitária teria validade de 3 anos. Contudo, a Lei 10.597, de 2002, ampliou esse prazo de 3 para 10 anos, renováveis por iguais períodos, se cumpridas as exigências legais vigentes.

QUALQUER UM PODE PRESTAR O SERVIÇO DE RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA?

Não, apenas associações e fundações comunitárias que tenham esse objetivo em seus respectivos estatutos. A cada entidade será outorgada apenas uma autorização para a execução do Serviço de Radiodifusão Comunitária. Não podem obter essa outorga entidade prestadora de qualquer outra modalidade de serviço de radiodifusão ou entidade que tenha como integrantes de seus quadros de sócios e administradores pessoas que, nestas condições, participem de outra entidade detentora de outorga para a exploração de qualquer dos serviços mencionados.






Informação: Ministério das Comunicações

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

São Félix implanta Conselho Municipal dos Direitos da Mulher




Foi implantado em São Félix, município do Recôncavo baiano, o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher – COMDIM, uma antiga reivindicação da movimento civil organizado. O recém implantado COMDIM terá  entre outras atribuições fomentar  políticas públicas de gênero no âmbito municipal, através da  articulação junto às instituições governamentais e não governamentais com essa finalidade. A primeira reunião  da entidade foi realizada na Câmara de Vereadores,  quarta-feira, 30,
 Para o  Secretario de Administração de São Félix, Aldo Júlio, que participou da reunião, a implantação do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher,  representa um avanço significativo para  a consolidação dos direitos da mulher no município. “Esse é o primeiro passo de um novo momento para  o reconhecimento dos direitos conquistados pelas mulheres”, disse o secretário.
Participaram da cerimônia, a primeira dama do município, Fabiana Macedo, que representou o prefeito Eduardo Macedo, a delegada da Polícia Civil,  Karina Alves Dória Costa, a representante do Ministério Público da Bahia em São Félix, Anna Karina Senna, a vereadora Melissa Reina, a secretária de gabinete da Prefeitura Municipal, Airam Oliveira, a Secretária de Saúde, Maristela Antunes e a diretora da Casa de Cultura Américo Simas, Beatriz da Conceição (Bibi), além de representes de entidades da cidade.