domingo, 8 de setembro de 2013

IPHAN está empenhado em acabar com intervenções que degradam sítio histórico de Cachoeira.



Tombada pelo IPHAN desde a década de 70, a cidade histórica de Cachoeira(distante 110 km de Salvador),  continua sendo alvo de degradação do seu conjunto arquitetônico, principalmente, na centro comercial. As fachadas dos prédios estão sendo encobertas por banners,  letreiros de plástico, pichações e colagens de cartazes com propagandas de eventos. Para coibir esse avançado processo de degradação, o IPHAN, através do ETELF(Escritório Técnico de Licenciamento e Fiscalização, está notificando donos de imóveis que não estão adequados as orientações de preservação do patrimônio histórico, para que adotem as providências  devidas para manutenção da estética original do imóvel. A medida está provocando muita polêmica, pois ainda persiste entre a população muitas dúvidas sobre a função do IPHAN no trabalho de defesa da preservação do patrimônio da cidade. Por isso, a Câmara de Vereadores, está convocando um audiência pública para o próximo dia 25 de setembro,às 19h, para discutir o assunto com técnicos do IPHAN e a população.

Falta de conservação Campus da UFRB em Cachoeira depõe contra a preservação da cidade histórica



 
Construído com recursos do Ministério da Cultura e governo federal por meio do Programa Monumenta, financiamento do BID(Banco Interamericano de Desenvolvimento) ,e  contrapartida do Governo do Estado, o campus da UFRB(Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) em Cachoeira é um péssimo exemplo de conservação  no centro histórico da cidade tombada com a distinção de Monumento Nacional pelo IPHAN(Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional). A obra foi inaugurada em 25 de maio de 2009 com a presença do então presidente Lula. Foram investidos no projeto recursos no valor de  R$ 8 milhões.
  As instalações, identificado como o Quarteirão Leite Alves, até as intervenções do Programa Monumenta, executadas com acompanhamento e fiscalização do IPHAN(Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional) e IPAC(Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural) transformaram  uma antiga ruína de uma fábrica de charutos num moderno  espaço para a abrigar o CAHL (Centro de Artes, Humanidades e Letras) da UFRB, onde funciona entre outros , os cursos Museologia, História e  Artes Visuais.  No entanto, o prédio que deveria servir de referência para a população de Cachoeira, como exemplo de conservação e preservação da memória, já apresenta avançados  sinais de degradação  na fachada  e no interior. Internamente,  parte das paredes da área de convivência  estão recobertas com  pichações.
Basta um rápido olhar para o Quarteirão Leite Alves, para se ter a dimensão do péssimo estado de conservação do imóvel.  Paredes laterais do prédio histórico,  exibem diversas pichações.  A pintura da fachada também está  bastante estragada.  Há meses, um acidente com um automóvel, destruiu metade de  porta do prédio  que dá  acesso à Rua Maestro Irineu Sacramento, e até hoje,  a parte estragada não foi devidamente  substituída. Um pedaço de madeira  sem pintura  foi colocado no lugar da porta destruída  em consequência do referido acidente.
De acordo com as autoridades envolvidas  na execução do Programa Monumenta, a proposta de recuperação visou principalmente requalificar um conjunto importante, do ponto de vista histórico e do desenho urbano da cidade, que se encontrava subutilizado e com ocupações inadequadas para o seu porte. Antes das reformas, mantinham-se apenas as fachadas e algumas alvenarias dos prédios.
 Ainda conforme essas autoridades, o  objetivo  dos investimentos nas obras  do Quarteirão Leite Alves e de outros imóveis na cidade de Cachoeira, foi o de promover a recuperação sustentável de imóveis tombados. “Enquanto restaura obras, o programa busca conciliar esta ação com a sustentabilidade dos sítios históricos, motivando seus usos econômico, cultural e social”, enfatizavam durante o ato de inauguração do  CAHL.

sábado, 7 de setembro de 2013

Morte de morador provoca suspensão de desfile cívico em Capoeiruçu


Em virtude da morte do comerciante Milton Barbosa Cardoso, em acidente automobilístico na BR 101, ontem, os organizadores do desfile cívico em homenagem a Independência do Brasil decidiram suspender o tradicional evento realizado todos os anos no dia 7 de setembro, na localidade de Capoeiruçu, zona rural de Cachoeira. O comerciante era morador daquela  comunidade.

O grave acidente ocorreu por volta das 13h de sexta-feira (6),  no KM 197 da BR 101, no cruzamento de acesso à Faculdade Adventista, em Cachoeira, provocando a morte de Milton Barbosa Cardoso, de 66 anos, morador do distrito de Capoeiruçu. Segundo testemunhas, o comerciante conduzia  o veículo Prisma de placa JSN – 3836, licença de Muritiba, quando  ao atravessar a rodovia, colidiu com uma camionete S10 de placa OUI – 9968, licença de Feira de Santana. De acordo com informações da Polícia Militar, o idoso foi socorrido por uma equipe do SAMU 192, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O motorista da caminhonete não teve ferimentos.( Fonte: Site Mídia Recôncavo)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Câmara convoca audiência pública para discutir ações do IPHAN em Cachoeira

Está marcada para o próximo dia 25 de setembro, às 19h30min, audiência pública convocada pela Câmara de Vereadores de Cachoeira, para a discussão sobre as orientações emitidas pelo IPHAN -Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional, aos moradores de Cachoeira com o objetivo adequar as intervenções  visuais e construções à lei  federal de preservação do patrimônio arquitetônico. Ontem pela manhã, os vereadores participaram de uma reunião com a arquiteta Karina Monteiro, representante local do IPHAN.  A cidade de Cachoeira  é tombada pelo IPHAN desde 1971.

Cachoeira será sede I Simpósio Cultura Artística e Conservação de Acervos Coloniais, no período de 9 e 13 de setembro





Será aberta, segunda-feira, dia 9 de setembro, às 20h, na Igreja da Ordem terceira do Carmo, a programação do I Simpósio Cultura Artística e Conservação de Acervos Coloniais, com apresentação da Filarmônica Lyra Ceciliana. Durante a realização do evento, dezessete conferencistas apresentarão estudos sobre os temas: Arquitetura, Talha, Pintura, Imaginária, Iconografia, Música, Circulação de Estampas e Modelos, Cultura e Sociedade, Conservação e Restauração de Acervos Coloniais. O evento é uma iniciativa da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, através do CAHL (Centro de Artes Humanidades e Letras), com apoio cultural da Fundação Hansen Bahia, Secretaria de Cultura e Turismo de Cachoeira, Instituto Preservar.  O Simpósio conta com o apoio financeiro do Fundo de Cultura e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. As atividades da programação serão concentradas no CAHL.



Instituto Mauá cadastra artesãos cachoerianos




O Instituto Mauá convida a todos os artesãos cachoeiranos da sede e da zona rural para se cadastrarem na instituição. O cadastramento garante a emissão da carteira de artesão.  A unidade do Instituto Mauá de Cachoeira funciona na Praça Dr. Milton, ao lado da agência do Bradesco, imediações da Santa Casa de Misericórdia.
 Para efetuar o cadastramento os artesãos devem apresentar os documentos:

1 Foto 3X4;
RG e CPF ( Xerox e original);
Comprovante de residência ( Xerox);
4(quatro) Produtos prontos para avaliação dos trabalhos;
1(um) Trabalho para demonstração de habilidades.




segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Cine Teatro Cachoeirano será reinaugurado ainda este mês





A notícia foi dada da pelo secretário de Cultura e Turismo do município, José Luiz da Anunciação  Bernardo, após reunião com o prefeito Carlos Pereira e o superintendente regional do IPHAN, Carlos Amorim. Na reunião, realizada na sede do IPHAN, na capital, foi confirmado pelo superintendente do órgão, que a gestão do Cine Teatro Cachoeirano ficará sob a responsabilidade da prefeitura municipal. O Cine Teatro Cachoeirano foi adquirido pelo IPHAN e restaurado através do Programa Monumenta do Governo Federal. 

O Cine Teatro Cachoeira também foi totalmente equipado com recursos do governo federal, por meio do Ministério da Cultura. Recentemente, técnicos da Coelba fizeram os  últimos ajustes no sistema energia elétrica para assegurar o funcionamento dos equipamentos. Os serviços foram custeados pela prefeitura de Cachoeira.