Por inciativa da torcida organizada Recôncavo Tricolor, acontece no próximo domingo(11), às 10h, jogo entre atletas veteranos do time do Bahia e veteranos do Recôncavo. A partidade é em benefício ao tratamento de saúde do ex-jogador do Bahia, Mailson. O ingresso custa R$ 10,00. Toda a renda será doada ao ex-atleta do time tricolor. Antes do jogo solidário, será realizada partida entre o time do Cruzeiro, campeão da I Copa Dente de Leite do Recôncavo e a equipe do infantil do Bahia. Essa partida marcará a festa da entraga do troféu, medalhas e a faixa de campeão do Cruzeiro.
DIVERSIDADE - alzira.jornalista@gmail.com PROGRAMA ALZIRA COSTA de 2ª a 6ª das 12 às 13h. www.paraguassufm.com.br
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Maniçoba solidária do GAMGE
Será realizada no próximo domingo(11), a tradicional festa solidária do GAMGE( Grupo de Apoio ao Menor Gotas de Esperanças), na oportunidade será servida famosa maniçoba da ong. O bilhete par a degustação da iguaria custa apenas R$ 10,00. O dinheiro arrecadado vai para os projetos do GAMGE, entidade sem fins lucrativos fundada pela médica Rita Maluf para atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A festa começa às 11h no Jardim Grande.
Colóquio Universidade - Diversidade, Formação e Desenvolvimento
Busca-se promover com I Colóquio Universidade - Diversidade, Formação e um debate amplo e qualificado das interfaces entre as temáticas da formação, do desenvolvimento e da diversidade. Uma análise especial acerca das atuações da universidade e de sua política institucional será feita, tendo em vista as práticas acadêmicas de pesquisa, ensino, extensão e ações afirmativas.
O colóquio contará com palestrantes da UFRB, UFBA, UFPE, MEC e UFRPE. Na programação, mesas-redondas e atividades culturais a serem realizadas no anfiteatro e no foyer do prédio da reitoria, de 08 a 10 de dezembro.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Caminhada do Dia Mundial de Luta contra a AIDS

Populares, profissionais da área de saúde, ativistas do movimento gay de Cachoeira e usuários do Caps Ana Nery, participaram ontem pela manhã da I Caminhada do Dia Mundial de Luta contra a AIDS. A manifestação foi organizada pela Unidade de Saúde da Família da Rua da Feira tendo como coordenadora a enfermeira Cátia Fernandes. Durante o percurso da caminhada, os integrantes do movimento distribuiram folhetos e educativos e preservativos. A iniciativa teve como objetivo alertar a população sobre a importância do uso do preservativo nas relações sexuais como o método mais seguro para preveir a AIDS e outras doenças sexualmente transmissiveis.
Nota Oficial
A aprovação da PEC do Diploma no Senado é uma vitória dos jornalistas e da sociedade brasileira
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), os Sindicatos de Jornalistas e os jornalistas brasileiros saúdam o Congresso Nacional pela votação, ocorrida no dia 30 de novembro, no Senado, da PEC 33/2009, que restabelece a obrigatoriedade da formação de nível superior específica para o exercício da profissão.
A FENAJ identifica neste ato soberano do Senado brasileiro uma identidade indiscutível entre o parlamento nacional e a opinião pública do país, que reconhece a importância do jornalismo e da profissão de jornalista.
Em favor do fortalecimento da profissão, da qualidade do jornalismo e da democracia, a FENAJ agradece o esforço da Mesa do Senado em conduzir a votação, que foi fruto da disposição de partidos, do acordo de líderes e da mobilização de parlamentares.
A FENAJ destaca a iniciativa do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) em propor a emenda constitucional e distingue o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), por seu relatório que encaminhou para esta decisão histórica, e os líderes dos partidos que compreenderam a necessidade do restabelecimento da obrigatoriedade do diploma para o exercício profissional.
A FENAJ agradece, ainda, a Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Diploma, presidida pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e criada pela deputada Rebecca Garcia (PP-AM), que aglutinou parlamentares -- deputados e senadores -- e constituiu o ambiente para esse desenlace altamente positivo para a qualidade do jornalismo no Brasil.
A FENAJ identifica na mobilização dos jornalistas e na condução dos seus sindicatos a força que derrotou a tentativa conservadora e obscurantista de acabar com a profissão organizada e regulamentada. Esta articulação garantiu a vitória no Senado assentando, de vez, o fazer jornalístico numa profissão validada pelas instituições de ensino superior.
A FENAJ destaca, ainda, a participação dos professores, estudantes e cursos de jornalismo que aderiram a este movimento e possibilitaram a retomada da obrigatoriedade da formação universitária, algo que consideramos, sem dúvida, irreversível.
É preciso manter a mobilização para a votação do segundo turno no Senado e a continuação do processo na Câmara dos Deputados. A FENAJ, portanto, convoca seus sindicatos, os jornalistas brasileiros, as centrais sindicais e sindicatos parceiros, os cursos de jornalismo e todos aqueles que acreditam no conhecimento como forma de qualificação profissional, para um último esforço de mobilização, de forma a garantir um jornalismo de qualidade, assentado na pluralidade, na verdade e na ética profissional.
Brasília, 1º de dezembro de 2011.
Diretoria da FENAJ
A FENAJ identifica neste ato soberano do Senado brasileiro uma identidade indiscutível entre o parlamento nacional e a opinião pública do país, que reconhece a importância do jornalismo e da profissão de jornalista.
Em favor do fortalecimento da profissão, da qualidade do jornalismo e da democracia, a FENAJ agradece o esforço da Mesa do Senado em conduzir a votação, que foi fruto da disposição de partidos, do acordo de líderes e da mobilização de parlamentares.
A FENAJ destaca a iniciativa do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) em propor a emenda constitucional e distingue o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), por seu relatório que encaminhou para esta decisão histórica, e os líderes dos partidos que compreenderam a necessidade do restabelecimento da obrigatoriedade do diploma para o exercício profissional.
A FENAJ agradece, ainda, a Frente Parlamentar Mista de Apoio ao Diploma, presidida pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e criada pela deputada Rebecca Garcia (PP-AM), que aglutinou parlamentares -- deputados e senadores -- e constituiu o ambiente para esse desenlace altamente positivo para a qualidade do jornalismo no Brasil.
A FENAJ identifica na mobilização dos jornalistas e na condução dos seus sindicatos a força que derrotou a tentativa conservadora e obscurantista de acabar com a profissão organizada e regulamentada. Esta articulação garantiu a vitória no Senado assentando, de vez, o fazer jornalístico numa profissão validada pelas instituições de ensino superior.
A FENAJ destaca, ainda, a participação dos professores, estudantes e cursos de jornalismo que aderiram a este movimento e possibilitaram a retomada da obrigatoriedade da formação universitária, algo que consideramos, sem dúvida, irreversível.
É preciso manter a mobilização para a votação do segundo turno no Senado e a continuação do processo na Câmara dos Deputados. A FENAJ, portanto, convoca seus sindicatos, os jornalistas brasileiros, as centrais sindicais e sindicatos parceiros, os cursos de jornalismo e todos aqueles que acreditam no conhecimento como forma de qualificação profissional, para um último esforço de mobilização, de forma a garantir um jornalismo de qualidade, assentado na pluralidade, na verdade e na ética profissional.
Brasília, 1º de dezembro de 2011.
Diretoria da FENAJ
A SEGUNDA EDIÇÃO DO CACHOEIRADOC CONSOLIDA A REALIZAÇÃO DE FESTIVAIS NO RECÔNCAVO BAIANO
Cachoeira, no Recôncavo Baiano, se consolida como a primeira cidade do
interior baiano a realizar um festival de documentários com o II
CachoeiraDoc – Festival de Documentário de Cachoeira, que acontecerá de 07
a 11 de dezembro. Na abertura será exibido o documentário Marighella, de
Isa Grinspum Ferraz, às 20 horas, na Praça D’Ajuda, com a presença da
família de Carlos Marighella, que fará uma homenagem ao centenário do
revolucionário baiano que foi morto pela ditadura militar. Durante os 05
dias de festival serão exibidos 47 filmes, entre longas, médias e
curtas-metragens, reunidos na Mostra Competitiva Nacional, Mostra
Competitiva Bahia, Mostra Agnès Varda, Mostra de Documentários
Experimentais, e duas Sessões Especiais com o documentário Bahêa Minha
Vida. Além disso, ocorrerão Oficinas, Ciclo de Conferências, Intervenções
Multimídias e Shows. Mais informações no www.cachoeiradoc.com.br.
No encerramento, os espaços arquitetônicos no Largo D'Ajuda receberão uma
intervenção multimídia chamada Mapping CachoeiraDoc, que criará uma
performance visual com o filme O Homem com a câmera(1929), de Dziga
Vertov, e fragmentos de vídeos realizados por alunos do curso de cinema. A
intervenção faz parte das ações do Coletivo Zooia, criado por alunos do
Centro de Artes Humanidades e Letras com objetivo de realizar práticas de
projeções, mappings e interatividade audiovisuais no Recôncavo da Bahia.
Entre os 04 longas da Mostra Competitiva Nacional estão os premiados O Céu
sobre os ombros, do mineiro Sérgio Borges, que ganhou melhor filme, melhor
direção, melhor montagem, melhor roteiro e o prêmio especial do júri para
o elenco na edição de 2010 do Festival de Brasília; e Avenida Brasília
Formosa, do pernambucano Gabriel Mascaro, prêmio de melhor documentário no
Festival Cine Las Américas (Austin, EUA). Ao prêmio de melhor
curta-metragem concorrem 24 filmes, entre eles, os premiados Praça Walt
Disney, dos pernambucanos Renata Pinheiro e Sergio Oliveira, grande prêmio
curta cinema 2011; A poeira e o vento, do mineiro Marcos Pimentel,
vencedor do É tudo verdade em 2011, na categoria de curta-metragem; A Dama
do Peixoto, dos cariocas Douglas Soares e Allan Ribeiro, melhor
documentário no 9º. Curta Santos; e Meia Hora com Darcy, do carioca
Roberto Berliner, menção honrosa no É Tudo Verdade 2011. A produção baiana
de documentários está presente na Mostra Competitiva Nacional com 04
filmes de curta-metragem e na Mostra Competitiva Bahia com 05
curtas-metragens.
A Mostra Agnès Varda traz 07 filmes da diretora franco-belga, precursora
da Nouvelle Vague, movimento francês que surgiu no início dos anos 60. A
cineasta, uma das documentaristas mais inventivas da história do cinema
mundial, trouxe para o documentário um olhar intimista e subjetivo que
poderá ser visto em alguns filmes exibidos na mostra, como
As praias de Agnès, que apresenta sua auto-biografia documental, onde ela
revisita seu passado, da infância aos dias atuais, passando por seu
período como fotógrafa, o casamento com Jacques Demy, o feminismo, as
viagens, a família e os filmes; Daguerreótipos, um documento modesto e
local sobre a rua Daguerre, pitoresca rua do 14° distrito de Paris, onde
mora até hoje Varda, um olhar atento sobre a maioria silenciosa, um álbum
de bairro; A Ópera-Mouffe, que é o bloco de notas de uma mulher grávida,
no contexto de um documentário sobre a rua Mouffetard, em Paris, apelidada
“la Mouffe”. É um documentário subjetivo, com fotografia de Sacha Vierny e
música de Georges Delerue.
Experimentação de linguagem e novos métodos de produção cinematográfica
são características presentes em documentários feitos por alguns artistas
brasileiros que estão na Mostra Documentários Experimentais. Entre eles,
estão os premiados cineastas baianos Marcondes Dourado e Caetano Dias,
com, respectivamente, Ogodô Ano 2000, uma radiografia do carnaval gay de
Salvador, gravado na quarta-feira de Cinzas, e O Mundo de Janiele, no
qual, numa tarde de sol, uma menina brinca de bambolê sobre uma laje de um
bairro da periferia, enquanto o mundo gira ao redor dela; e Jean-Claude
Bernardet, um dos maiores pensadores do documentário brasileiro, com São
Paulo, Sinfonia e Cacofonia, que faz uma colagem de aproximadamente 100
filmes onde a cidade de São Paulo é a protagonista. São 07 filmes que
efetuam um registro desafiador dos pressupostos do documentário
convencional.
O CachoeiraDoc realizará duas oficinas, com inscrições gratuitas, para
profissionais e estudantes, que buscam um aprofundamento da prática e
reflexão estética. A oficina O Som no Documentário será ministrada por
Nicolas Hallet e Simone Dourado, diretores e técnicos de som, e terá no
seu conteúdo captação de áudio em meios interno e externo, trabalho com a
acústica do lugar, uso dos microfones adaptados, revisão e organização do
material captado, passagem do analógico para o digital, do digital para a
ilha de edição, sincronização. Com 20 vagas, a oficina acontecerá de 06 a
10/12, no CAHL/UFRB , das 8h às 13h, e os interessados têm que se
pré-inscrever através do site www.cachoeiradoc.com.br. A oficina de Web
Documentário será realizada pelos membros do Grupo de Estudos e Práticas
do Documentário da UFRB e é voltada para alunos de ensino médio, de 16 a
19 anos, que serão introduzidos à linguagem audiovisual e à realização de
conteúdos documentais a serem veiculados pela internet.
O CachoeiraDoc também promove uma reflexão rigorosa sobre o cinema, com
enfoque no documentário, através do ciclo de conferências “O Cinema e os
Desafios do Real”, que traz importantes profissionais e pesquisadores do
cinema documental, como Consuelo Lins, professora pesquisadora da Escola
de Comunicação da UFRJ, autora dos livros “Filmar o real” e “ O
documentário de Eduardo Coutinho”; Carla Maia, uma das organizadoras do
Forumdoc.bh, um dos maiores festivais de documentários do Brasil; e Ute
Fendler, professora e pesquisadora da Universidade de Bayreuth (Alemanha),
entre outros. Entre os temas debatidos estão: Documentário: arte e
técnica, Documentário e Arte Contemporânea, O Feminino no Documentário
Contemporâneo, Notas sobre Cinema Universitário - produção, mercado e
distribuição e Filme em Moçambique: curadoria, festivais e temáticas.
Na abertura, a festa continua depois da exibição do filme Marighella, com
o show da Banda Escola Pública. Formado há dois anos por alunos da UFRB, o
grupo já emplacou seu primeiro videoclipe com a música “Socorro, Meu Deus”
na programação da MTV. A banda está iniciando o processo de gravação do
seu primeiro disco.
No dia 11 de dezembro, os torcedores do Bahia irão assistir ao
documentário "Bahêa Minha Vida", de Marcio Cavalcante, que resgata a
história do Esporte Clube Bahia a partir do ponto de vista dos seus
torcedores, famosos ou não. O filme será exibido em duas sessões, às 11h e
às 17h, com a presença do diretor, que conversará com o público.
O II CachoeiraDoc - Festival de Documentário de Cachoeira acontecerá no
Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do
Recôncavo da Bahia (UFRB), e,é patrocinado pela Secretaria de Cultura do
Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura, e realizado pelo Curso de
Cinema e Audiovisual da UFRB, Grupo de Estudos e Práticas em Documentário
e Ritos Produções.
interior baiano a realizar um festival de documentários com o II
CachoeiraDoc – Festival de Documentário de Cachoeira, que acontecerá de 07
a 11 de dezembro. Na abertura será exibido o documentário Marighella, de
Isa Grinspum Ferraz, às 20 horas, na Praça D’Ajuda, com a presença da
família de Carlos Marighella, que fará uma homenagem ao centenário do
revolucionário baiano que foi morto pela ditadura militar. Durante os 05
dias de festival serão exibidos 47 filmes, entre longas, médias e
curtas-metragens, reunidos na Mostra Competitiva Nacional, Mostra
Competitiva Bahia, Mostra Agnès Varda, Mostra de Documentários
Experimentais, e duas Sessões Especiais com o documentário Bahêa Minha
Vida. Além disso, ocorrerão Oficinas, Ciclo de Conferências, Intervenções
Multimídias e Shows. Mais informações no www.cachoeiradoc.com.br.
No encerramento, os espaços arquitetônicos no Largo D'Ajuda receberão uma
intervenção multimídia chamada Mapping CachoeiraDoc, que criará uma
performance visual com o filme O Homem com a câmera(1929), de Dziga
Vertov, e fragmentos de vídeos realizados por alunos do curso de cinema. A
intervenção faz parte das ações do Coletivo Zooia, criado por alunos do
Centro de Artes Humanidades e Letras com objetivo de realizar práticas de
projeções, mappings e interatividade audiovisuais no Recôncavo da Bahia.
Entre os 04 longas da Mostra Competitiva Nacional estão os premiados O Céu
sobre os ombros, do mineiro Sérgio Borges, que ganhou melhor filme, melhor
direção, melhor montagem, melhor roteiro e o prêmio especial do júri para
o elenco na edição de 2010 do Festival de Brasília; e Avenida Brasília
Formosa, do pernambucano Gabriel Mascaro, prêmio de melhor documentário no
Festival Cine Las Américas (Austin, EUA). Ao prêmio de melhor
curta-metragem concorrem 24 filmes, entre eles, os premiados Praça Walt
Disney, dos pernambucanos Renata Pinheiro e Sergio Oliveira, grande prêmio
curta cinema 2011; A poeira e o vento, do mineiro Marcos Pimentel,
vencedor do É tudo verdade em 2011, na categoria de curta-metragem; A Dama
do Peixoto, dos cariocas Douglas Soares e Allan Ribeiro, melhor
documentário no 9º. Curta Santos; e Meia Hora com Darcy, do carioca
Roberto Berliner, menção honrosa no É Tudo Verdade 2011. A produção baiana
de documentários está presente na Mostra Competitiva Nacional com 04
filmes de curta-metragem e na Mostra Competitiva Bahia com 05
curtas-metragens.
A Mostra Agnès Varda traz 07 filmes da diretora franco-belga, precursora
da Nouvelle Vague, movimento francês que surgiu no início dos anos 60. A
cineasta, uma das documentaristas mais inventivas da história do cinema
mundial, trouxe para o documentário um olhar intimista e subjetivo que
poderá ser visto em alguns filmes exibidos na mostra, como
As praias de Agnès, que apresenta sua auto-biografia documental, onde ela
revisita seu passado, da infância aos dias atuais, passando por seu
período como fotógrafa, o casamento com Jacques Demy, o feminismo, as
viagens, a família e os filmes; Daguerreótipos, um documento modesto e
local sobre a rua Daguerre, pitoresca rua do 14° distrito de Paris, onde
mora até hoje Varda, um olhar atento sobre a maioria silenciosa, um álbum
de bairro; A Ópera-Mouffe, que é o bloco de notas de uma mulher grávida,
no contexto de um documentário sobre a rua Mouffetard, em Paris, apelidada
“la Mouffe”. É um documentário subjetivo, com fotografia de Sacha Vierny e
música de Georges Delerue.
Experimentação de linguagem e novos métodos de produção cinematográfica
são características presentes em documentários feitos por alguns artistas
brasileiros que estão na Mostra Documentários Experimentais. Entre eles,
estão os premiados cineastas baianos Marcondes Dourado e Caetano Dias,
com, respectivamente, Ogodô Ano 2000, uma radiografia do carnaval gay de
Salvador, gravado na quarta-feira de Cinzas, e O Mundo de Janiele, no
qual, numa tarde de sol, uma menina brinca de bambolê sobre uma laje de um
bairro da periferia, enquanto o mundo gira ao redor dela; e Jean-Claude
Bernardet, um dos maiores pensadores do documentário brasileiro, com São
Paulo, Sinfonia e Cacofonia, que faz uma colagem de aproximadamente 100
filmes onde a cidade de São Paulo é a protagonista. São 07 filmes que
efetuam um registro desafiador dos pressupostos do documentário
convencional.
O CachoeiraDoc realizará duas oficinas, com inscrições gratuitas, para
profissionais e estudantes, que buscam um aprofundamento da prática e
reflexão estética. A oficina O Som no Documentário será ministrada por
Nicolas Hallet e Simone Dourado, diretores e técnicos de som, e terá no
seu conteúdo captação de áudio em meios interno e externo, trabalho com a
acústica do lugar, uso dos microfones adaptados, revisão e organização do
material captado, passagem do analógico para o digital, do digital para a
ilha de edição, sincronização. Com 20 vagas, a oficina acontecerá de 06 a
10/12, no CAHL/UFRB , das 8h às 13h, e os interessados têm que se
pré-inscrever através do site www.cachoeiradoc.com.br. A oficina de Web
Documentário será realizada pelos membros do Grupo de Estudos e Práticas
do Documentário da UFRB e é voltada para alunos de ensino médio, de 16 a
19 anos, que serão introduzidos à linguagem audiovisual e à realização de
conteúdos documentais a serem veiculados pela internet.
O CachoeiraDoc também promove uma reflexão rigorosa sobre o cinema, com
enfoque no documentário, através do ciclo de conferências “O Cinema e os
Desafios do Real”, que traz importantes profissionais e pesquisadores do
cinema documental, como Consuelo Lins, professora pesquisadora da Escola
de Comunicação da UFRJ, autora dos livros “Filmar o real” e “ O
documentário de Eduardo Coutinho”; Carla Maia, uma das organizadoras do
Forumdoc.bh, um dos maiores festivais de documentários do Brasil; e Ute
Fendler, professora e pesquisadora da Universidade de Bayreuth (Alemanha),
entre outros. Entre os temas debatidos estão: Documentário: arte e
técnica, Documentário e Arte Contemporânea, O Feminino no Documentário
Contemporâneo, Notas sobre Cinema Universitário - produção, mercado e
distribuição e Filme em Moçambique: curadoria, festivais e temáticas.
Na abertura, a festa continua depois da exibição do filme Marighella, com
o show da Banda Escola Pública. Formado há dois anos por alunos da UFRB, o
grupo já emplacou seu primeiro videoclipe com a música “Socorro, Meu Deus”
na programação da MTV. A banda está iniciando o processo de gravação do
seu primeiro disco.
No dia 11 de dezembro, os torcedores do Bahia irão assistir ao
documentário "Bahêa Minha Vida", de Marcio Cavalcante, que resgata a
história do Esporte Clube Bahia a partir do ponto de vista dos seus
torcedores, famosos ou não. O filme será exibido em duas sessões, às 11h e
às 17h, com a presença do diretor, que conversará com o público.
O II CachoeiraDoc - Festival de Documentário de Cachoeira acontecerá no
Centro de Artes, Humanidades e Letras (CAHL) da Universidade Federal do
Recôncavo da Bahia (UFRB), e,é patrocinado pela Secretaria de Cultura do
Estado da Bahia, através do Fundo de Cultura, e realizado pelo Curso de
Cinema e Audiovisual da UFRB, Grupo de Estudos e Práticas em Documentário
e Ritos Produções.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Vitória da sociedade
| Senado aprova PEC do Diploma com 65 votos. Agora é a Câmara | |
Em votação realizada na sessão desta quarta-feira (30), o Senado aprovou, com 65 votos favoráveis e 7 contrários, a PEC 33/2009, do Senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE), que restitui a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. De norte a sul do país a categoria comemora. A sessão do Senado foi acompanhada com apreensão pelo diretor da FENAJ José Carlos Torves e por José Nunes, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul, Francisco Nascimento, vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco, e Lincoln Macário, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, que comemoraram após a divulgação do resultado no placar do plenário. Para o presidente da FENAJ, Celso Schröder, a expressiva votação foi emblemática. “Representou o desejo do Senado de corrigir um erro histórico do STF contra a categoria profissional dos jornalistas”, disse. Ele agradeceu o esforço de todos os parlamentares que se empenharam pela aprovação da matéria, especialmente o autor da PEC, senador Valadares, e o relator, senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), e parabenizou a categoria e os Sindicatos de Jornalistas pela persistência nas mobilizações em defesa do diploma. O diretor de Relações Institucionais da Federação, Sérgio Murillo de Andrade, também avalia que o Senado corrigiu um erro grave do STF, cometido em 2009, e que “surpreendeu toda a sociedade, que visivelmente passou a apoiar nossa luta pelo resgate da dignidade da profissão”. Temporariamente “de alma lavada”, Sérgio Murillo lembra que o “primeiro round” desta luta foi vencido. “Devemos e merecemos comemorar, mas nossa mobilização tem que prosseguir cada vez mais forte para assegurar a vitória da restituição da exigência do diploma para o exercício da profissão tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados”, concluiu.(FENAJ) | |
Assinar:
Postagens (Atom)